Cooperativa indígena desafia máfia de alimentos na Amazônia
Cooperativa indígena desafia máfia de alimentos na Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
03/01/2018 às 11h30Atualizada em 03/01/2018 às 11h30
Homem trabalha no cultivo de milho em terras indígenas da etnia Paiter Suruí, em Cacoal. Foto: Beethoven Delano/ Efe
O surgimento da cooperativa se deu meses depois de uma série de ações das autoridades para desmantelar uma rede de pecuaristas e fazendeiros acusados de provocar grande parte do desmatamento na floresta amazônica.
Em 2016, a Polícia Federal deteve os supostos líderes de uma máfia acusada de falsificar títulos de terras e desmatar 300 quilômetros quadrados de floresta no Pará com o propósito de extrair madeira de forma ilegal e depois converter essas áreas em pastos para gado e cultivos de soja e arroz.
A operação, que descobriu sete empresas de fachada para encobrir os crimes ambientais e a formação de um cartel, foi organizada após denúncia apresentada no Ibama por indígenas da região que acusaram os pecuaristas de invadir suas terras.
Fonte: Agência EFE I Felipe Corona
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