02/05/2018 às 15h12Atualizada em 02/05/2018 às 15h12
A malária é uma das doenças que mais matam em todo o mundo e a sua transmissão ocorre por meio da picada da fêmea do mosquito do gênero Anopheles, conhecido como mosquito-prego, que se infecta ao sugar o sangue de uma pessoa doente.
O controle da doença é feito a cada seis meses, considerando os períodos em que as condições climáticas favorecem reprodução do mosquito. Mediante permissão do morador, a equipe responsável pelo projeto aplica inseticida nas paredes internas das casas, do chão até o teto. Nas áreas externas, é feita aplicação do fumacê. Essas ações tem a finalidade de atingir e matar principalmente os mosquitos infectados e, assim, evitar que transmitam a doença.
O coordenador de contratos de Saúde Pública da MRN, Edmundo Barbosa explica que o sucesso da inciativa é uma responsabilidade compartilhada. “A participação da comunidade é fundamental. Os moradores precisam ficar atentos à programação da campanha para receber os agentes e, mesmo que o dono da casa não possa estar presente no momento da atividade, é preciso deixar uma pessoa autorizada a permitir a entrada da equipe de saúde. Quando uma casa não recebe a borrifação, toda a comunidade fica vulnerável”.
O projeto de Combate à Malária ainda realiza ações educativas como palestras e distribuição de folhetos com orientações sobre como evitar a propagação do mosquito e tratamento adequado. “O controle de vetor tem que ser constante para que a doença não retorne”, reforça Edmundo.
O controle da doença é feito a cada seis meses - em maio e outubro – para conter o ciclo de vida e reprodução do vetor, o mosquito Anopheles Fonte: Divulgação / MRN
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