Sindicatos questionam falta de protocolos definidos do Hospital de Campanha de Santarém
Sindicatos questionam falta de protocolos definidos do Hospital de Campanha de Santarém
Por: Redação / Web Amazônia
23/04/2020 às 12h42Atualizada em 23/04/2020 às 12h42
Os questionamentos foram enviados à Sespa, Secretaria Municipal de Saúde, Ministério Público do Estado, prefeito e governador, administradores da unidade e demais gestores.
Os sindicatos também querem saber sobre a contratação e carga horária de diretor clínico, diretor administrativo e diretor técnico; criação do serviço de Segurança da Medicina do Trabalho; elaboração de protocolos de proteção individual e coletiva, área de isolamento, limpeza e desinfecção; afastamento dos trabalhadores com sintomas de COVID-19; treinamento e protocolos específicos para COVID-19 para profissionais da linha de frente; seguir protocolos recomendados pelo Ministério da Saúde quanto a compra e quantidade dos EPIs (equipamentos de proteção e segurança); delimitação e sinalização de zona de desinfecção; condições sanitárias e de conforto no local; local para o trabalhador voltar para ficar em isolamento; área de controle de infecção hospitalar; treinamentos para todos os trabalhadores de saúde e apoio; protocolo de notificação; tratamento de resíduos gerados na unidade; pagamento de insalubridade no percentual de 40%; sinalização de segurança; medidas de proteção contra incêndio; conforto térmico local e prestação de contas.
A Secretaria de Estado de Saúde e a gestora do Hospital de Campanha em Santarém ainda não se posicionaram sobre os questionamentos e solicitações feitos pelos sindicatos.
O blog Quarto Poder aguarda retorno para o contraponto em relação à matéria publica.
O Hospital de Campanha de Santarém possui de 120 leitos de baixa e média complexidade destinados para pacientes com Covid-19.
Dos 120 disponíveis na unidade, oito de estabilização estão equipados para receberem pacientes de média complexidade. Os casos que precisarem de internação em UTI serão encaminhados para o Hospital Regional do Baixo Amazonas.
Todos os atendimentos do Hospital de Campanha serão regulados pela Sespa.
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