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Blog Quarto Poder 15 anos: Mineração que se conecta ao desenvolvimento sustentável

Blog mostra o desenvolvimento regional ao longo dos últimos 15 anos

Marcos Santos
Por: Marcos Santos
23/02/2022 às 14h05
Blog Quarto Poder 15 anos: Mineração que se conecta ao desenvolvimento sustentável

A partir de hoje (23), em comemoração aos 15 anos de existência do Blog Quarto Poder, vamos exibir uma série de matérias sobre os principais avanços e conquistas em diversos segmentos e setores da nossa região. Vamos mostrar o desenvolvimento regional promovido por diversos atores, sejam eles públicos ou privados. Iniciativas que deram e têm dado muito certo até hoje nesses últimos 15 anos, que foram realizadas em prol da melhoria a qualidade de vida da população paraense.

Nesta primeira matéria, a gente destaca o conceito de sustentabilidade de uma das maiores empresas mineradoras na região Amazônica, a MRN, que ao longo de quatro décadas tem contribuído com o desenvolvimento regional, promovendo o bem estar da nossa gente, gerando emprego, renda e mantendo seu compromisso com o meio ambiente e com as pessoas.

Uma mineração sustentável do Pará para o mundo. É com este propósito que a MRN segue desenvolvendo mineração de bauxita em plena Amazônia, tendo como valores a segurança, o respeito ao meio ambiente e às pessoas. Localizada no distrito de Porto Trombetas, no Oeste do Pará, a empresa fomenta mais de 65 iniciativas socioambientais que somam na construção de um legado sustentável para futuras gerações na região.

“Ao longo das mais de quatro décadas de atuação, com investimento, trabalho e tecnologia, consolidamos um modelo responsável e seguro de extração de bauxita. Somos pioneiros no reflorestamento com espécies nativas e parte importante de uma cadeia sustentável. Por tudo isso, queremos ser orgulho não só para os paraenses, mas para o Brasil. Nosso jeito de fazer é movido pelo diálogo, por conexões reais e pelo legado àquela que nos oferece tudo: a Floresta Amazônica”, destaca Guido Germani, CEO da MRN.

Dos 441.282,63 hectares da Floresta Nacional Saracá-Taquera, a empresa utiliza para sua operação apenas 4,24%, sendo que boa parte desta área já está em processo de reflorestamento. Em 2021, a empresa reflorestou 523,8 hectares. Em 42 anos, já são 7,5 mil hectares reflorestados.

As mudas que são utilizadas no replantio saem direto do Viveiro Florestal. No ano passado, foram produzidas um total de 845.346 mudas de 95 espécies do bioma amazônico e inseridas nas áreas mineradas 706.855 mudas de cerca de 73 espécies. Todo esse trabalho conta a expertise dos comunitários, que fazem a coleta de sementes que são compradas pela MRN. Assim, além de serem peças fundamentais na preservação ambiental, eles também tem a oportunidade de geração de renda para suas famílias.

Benefício para as comunidades

Entre as iniciativas desenvolvidas na região está o Programa de Educação Socioambiental (PES), que atende às diretrizes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA). Em 2021, foram aportados R$ 6,4 milhões em ações integradas ao PES, como os projetos de Educação Ambiental e Patrimonial; Educação Ambiental; Apoio à Meliponicultura; Combate à Malária; Projeto Quilombo (saúde quilombola); Sistemas Agroflorestais; Apoio à Agricultura Familiar; Apoio à Piscicultura; Manejo de Copaíbas; Microssistemas e Poços Artesianos; Leme; Pé-de-Pincha e Quelônios do Rio Trombetas, que são ações voltadas para a conservação de filhotes de tartarugas, pitiús e tracajás na Amazônia.

Paralelamente ao compromisso de responsabilidade social, a MRN desenvolveu diversas ações para dar suporte às comunidades locais: apoiou a estruturação e o fortalecimento de associações comunitárias, ofereceu suporte técnico para tratativas relativas à titulação de terras de comunidades e apoiou na definição do plano de vida e constituição do Fundo Quilombola, o qual viabilizará a gestão dos recursos para garantia das condições de vida das gerações futuras.

João Raimundo dos Santos, morador da comunidade de Juquirí Grande, localizada no território quilombola Alto Trombetas 2, participa do Projeto Manejo de Copaíba desde 2017. Para ele, a iniciativa da MRN permite um aprimoramento dos conhecimentos ambientais sobre a extração do óleo de copaíba. “Para mim e para minha família, o projeto trouxe diversas coisas boas. Nós aprendemos a cuidar da natureza com orientações dos técnicos da empresa, que trouxeram informações para a comunidade. É também mais uma forma de obtermos renda”, afirma João.

A piscicultura mudou a vida da dona Francisca Gomes, mais conhecida como Vovó Chiquinha, há mais de 12 anos. Ela vive na comunidade de Acapuzinho e faz parte do Projeto de Apoio à Piscicultura da MRN. “Eu fiz minha família acreditar no projeto e sonhar com ele. E quando o projeto chegou, a minha família já tinha sonhado com ele e acreditou que ia mudar a nossa vida. E mudou”, relembra, com um sorriso no rosto. Hoje, a criação de Tambaqui é uma das principais rendas de Vovó Chiquinha e sua família.

“Nos orgulhamos de desenvolver em plena Amazônia uma mineração responsável e sustentável, além de construir pontes para um diálogo permanente com as comunidades vizinhas ao empreendimento. Nossos projetos sociais e ambientais buscam fomentar o desenvolvimento local e incentivar os comunitários a serem protagonistas da sua história”, destaca Vladimir Moreira, diretor de Sustentabilidade e Jurídico da MRN. 

Crescimento profissional, inclusão e diversidade

A empresa também tem contribuído com a geração de empregos na região. São cerca de 6 mil empregados, entre diretos e indiretos. Há 40 anos em Porto Trombetas, Luiz Arnaldo de Souza, gerente técnico da área de Infraestrutura, afirma que abraçou as oportunidades de crescimento profissional. “Fiquei três meses como estagiário e depois fui contratado para a área de Controle de Qualidade, onde passei três anos. Depois fui convidado a trabalhar no porto como analista de Controle de Produção, onde passei mais 4 anos. Tenho muito orgulho de fazer parte da empresa e sou grato a todos os desafios que me tornaram um profissional e uma pessoa melhor”, declara.

Edinalva Adelardo, analista de Serviço de Infraestrutura da MRN, diz que é uma grande honra fazer parte da história da empresa e de Porto Trombetas, onde mora desde 1998. “Só tenho gratidão pela empresa, que tem me dado todas as oportunidades. Aqui criei meus filhos. Meu filho mais velho chegou com 5 anos e minha filha mais velha nasceu aqui e está com 22 anos. Porto Trombetas é minha casa há 23 anos, sendo 10 deles dedicados à MRN. Tenho orgulhoso de fazer parte deste time maravilhoso”, afirma.

Para promover um ambiente de trabalho, cada vez melhor, a MRN tem investido nos pilares de diversidade e inclusão por meio do programa “MRN pra Todos”. A iniciativa busca a evolução de ambientes mais inclusivos e integrados com respeito e equidade de gênero, origem étnica, convicções religiosas, orientação sexual, habilidade ou formações diferenciadas.

As informações são da MRN

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