O fato ocorreu no bairro Elcione Barbalho, onde Joel foi encontrado quase morto em via pública com 10 perfurações no corpo.
Os jurados da 10ª Vara Penal decidiram pela condenação do réu nesta terça-feira (14), durante o júri popular presidido pelo juiz Gérson Marra Gomes. O Enquanto era julgado, Enio foi intimado de outra sentença pelo crime de latrocínio, pela 4ª Vara Penal, no qual pegou 7 anos de prisão.
Antes de morrer o padeiro Joel pronunciou o nome de Enio para testemunhas que o socorreram antes deste morrer. Enio foi seu colega de infância, mas com o qual havia brigado por causa de participarem da Gangue do PCE - Primeiro Comando do Elcione. O réu tentava fugir de barco para Manaus, quando foi preso pela polícia e até hoje encontra-se recolhido na penitenciária.
O promotor público Rodrigo Aquino pediu a condenação do réu pelo crime de Homicídio Simples, retirando uma das qualificadoras aplicadas que não cabia no crime (motivo fútil). Na defesa atuou o advogado Celso Furtado, que deve recorrer da sentença.
O próximo júri será na quinta feira (16), quando será julgado o lavrador Abias Rodrigues, réu preso, acusado de matar a anciã Teodora Petrenko em troca de 80 reais, numa localidade da região de Mojuí dos Campos.
João Georgios Ninos
Analista Judiciário e Jornalista