Por: Redação / Web Amazônia
09/07/2011 às 13h21 Atualizada em 09/07/2011 às 13h21
O atendimento na emergência do Pronto Socorro Municipal de Santarém continua precário. As reclamações contra o setor se acumulam diante da displicência da Prefeitura em não ofertar um serviço digno à população. No ano passado, a saúde pública protagonizou cenas lamentáveis e elevou ao extremo o nível de insatisfação da população com o governo Maria. A falta de médico plantonista é até hoje o problema a ser superado nesta administração inoperante. E não adiantou muita coisa trocar o comando da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), já que antigas falhas ainda perturbam os responsáveis pela pasta. Mudou o comando, mas o serviço continua cada vez pior.
O atual secretário, Dr. Emanuel Silva, herdou de seu antecessor chagas incuráveis e encontra dificuldades para amenizar o drama das pessoas que diariamente procuram por atendimento médico. Por conta dessa herança maldita deixada pelo advogado José Antonio durante sua nefasta passagem pela secretaria, vidas inocentes são postas a riscos constantes. Na emergência do PSM, além de profissionais médicos, falta solidariedade e respeito aos pacientes, que se amontoam todos os dias nos corredores do hospital público à espera de um milagre.
Todos os dias surgem mais queixas relacionadas ao descaso do setor com o cidadão. Na emergência do PSM, pacientes reclamam da lentidão no atendimento e criticam com veemência a negligência de médicos e enfermeiros no trato com as pessoas que buscam por socorro naquela unidade hospitalar.
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