11/10/2011 às 10h55Atualizada em 11/10/2011 às 10h55
Novos Estados e a Divisão Territorial do Brasil: uma visão geográfica
De José Donizete Cazzolato
Países e Estados já foram criados no recesso de um gabinete, usando um mapa e uma régua, sem respeito à Geografia ou aos povos que ali habitavam, com desastrosas consequências: basta ler a história moderna. A criação de novos Estados é assunto polêmico, que diz respeito não apenas a pesquisadores e políticos, mas a toda a população, na medida em que tem profundas implicações econômicas e sociais.
Às vésperas do plebiscito, marcado para 11 de dezembro, quando será votada a proposta de dividir o Estado do Pará em três, formando os novos Estados de Carajás e Tapajós, José Donizete Cazzolato analisa a questão e propõe critérios técnicos para a mais adequada divisão territorial do país, apostando num arranjo mais igualitário, sem unidades gigantescas ao lado de outras que mal se sustentam.
Aplicando os critérios geográficos propostos, e contemplando alguns dos projetos atuais de criação de outros estados - além de Carajás e Tapajós - o autor constrói um possível cenário com 37 Unidades da Federação, dos quais 33 Estados e 3 Territórios Federais. Estado do Interior Paulista? É uma das surpreendentes conclusões do estudo.
Veja AQUI um pouco mais sobre as opiniões do autor, numa entrevista exclusiva para a Oficina de Textos.
Novos Estados e a divisão territorial do Brasil: uma visão geográfica é indicado para geógrafos, cientistas políticos, economistas, parlamentares, formuladores de políticas públicas, estudantes de geografia e demais ciências sociais. Interessa, enfim, a todos que acompanham e discutem os grandes temas nacionais. (Oficina de Textos)
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