“O estande está lindo. Foi o que eu mais gostei do evento. Mas, vim conhecer os projetos. Fiquei interessada no trabalho que é feito de resgate e monitoramento de fauna. Achei muito interessante o rádio-colar utilizado para o monitoramento de macacos. Nem todas as empresas investem nessa gestão ambiental. É bom saber que a empresa se preocupa com o meio ambiente”, argumenta a bióloga Carolina Oliveira, que visitou a exposição da MRN no segundo dia do evento.
A estudante de biologia, Camila Oliveira, que veio do Ceará para o evento, também achou interessante o trabalho de monitoramento da fauna desenvolvido pela MRN. “Poucas empresas fazem isso. Já tinha ouvido falar que existia esse tipo de trabalho, mas nunca tinha visto um de perto”, comentou.
O programa de monitoramento ambiental dos meio físico e biológico é feito pela MRN desde 1996. Hoje, a empresa desenvolve atividades voltadas à qualidade das águas superficiais e subterrâneas; realiza o monitoramento liminológico e da ictiofauna dos igarapés sob influência do empreendimento; acompanha os efluentes industriais, a qualidade do ar, o ruído ambiental; monitora o efeito da borda sobre a fauna e flora provocadas pelo desmatamento para a atividade de lavra da bauxita; estuda e acompanha a fauna, flora e solos das áreas reabilitadas, a mastofauna aquática do lago Sapucuá e ainda realiza o monitoramento de primatas e de abelhas.
As ações de mitigação dos impactos adotados pela MRN estão contempladas em grandes programas desenvolvidos em parceria com instituições de pesquisa e centros de grandes universidades brasileiras, entre elas o Instituto de Pesquisas da Amazônia (INPA), Faculdades Integradas do Tapajós (FIT) e Universidade Federal de Góiás.
Anualmente, a empresa investe cerca de R$ 12 milhões para a execução dos programas de reabilitação de áreas mineradas e monitoramento hídrico, atmosférico, fauna, flora e solos. ( MRN)