Por: Redação / Web Amazônia
09/04/2012 às 14h52 Atualizada em 09/04/2012 às 14h52
A sessão do Tribunal do Júri será presidida pelo juiz Gérson Marra Gomes que, além do promotor, terá ainda a participação do advogado Cláudio Araújo Furtado na defesa do réu.
Consta nos autos, que Rosito teria tentado matar seu ex-patrão, Luis Lopes Bernardino, atualmente com 67 anos, fato ocorrido em 08.12.1999 , em sua chácara na vila de Alter do Chão.
Ele já havia sido caseiro de Luís Lopes, mas foi demitido por viver embriagado segundo declarou o comerciante. Este deu-lhe outra chance empregando-o novamente, e mais uma vez o surpreendeu bêbado o que o levou a demiti-lo mais uma vez, gerando a revolta em Rosito.
No dia do fato (feriado da padroeira de Santarém), portando armas de fogo e um canivete, o caseiro ameaçou o ex-portão em sua chácara. Armado de canivete chegou a persegui-lo, mas não conseguiu atingi-lo, porque Luís Lopes o atingiu com um pedaço de madeira. Rosito foi preso em flagrante pela tentativa, mas foi solto pela Justiça para responder ao processo em liberdade. O réu alega que não ameaçou seu patrão, dizendo que foi apenas cobrar sua indenização e que as armas que levava não eram para ser usadas, e sim para caça.
A pena máxima para o crime de Tentativa de Homicídio Simples, caso Rosito seja condenado, será de mais de 13 anos de reclusão.
Fonte: Jota Ninos