Por: Redação / Web Amazônia
10/04/2012 às 14h20 Atualizada em 10/04/2012 às 14h20
O próprio réu informou que nem se lembrava do que aconteceu, pois vivia embriagado. Ele já havia sido caseiro de Luís Lopes, mas foi demitido exatamente por viver embriagado. Após uma nova chance de trabalhar com o mesmo patrão, Rosito voltou a ficar bêbado em serviço e acabou sendo novamente demitido.
O ex-caseiro disse que no dia do fato (feriado da padroeira de Santarém), portava armas de fogo e um canivete, pois ia caçar, mas teria passado antes na chácara apenas para cobrar sua indenização quando ocorreu o fato. Luiz Lopes reafirmou que Rosito o perseguiu com um canivete, mas este disse que não lembra de ter feito isto. Por conta destes depoimentos, as partes preferiram pedir a desclassificação do crime.
A próxima sessão do Tribunal do Júri será no próximo dia 17, quando será julgado o réu Claudemir Melo Ferreira, também acusado de tentar matar Rômulo Luiz Miranda Marinho.
Fonte: Jota Ninos