Por: Redação / Web Amazônia
18/04/2012 às 17h35 Atualizada em 18/04/2012 às 17h35
Como a intenção da Alcoa é de que as próprias comunidades tenham autonomia sobre os projetos, a partir de maio, eles passarão a ser acompanhados pela Secretaria Municipal de Produção, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e a própria Apras.
“Essas instituições darão continuidade ao trabalho com ênfase para a comercialização dos produtos”, explica José Renato Barros, coordenador técnico do IVR. “As instituições públicas farão o acompanhamento, mas o sucesso depende das comunidades. Os produtores rurais têm plena capacidade, foram treinados e estão motivados para isso”, garante.
Visita técnica – Como primeiro passo para a transição na gestão dos projetos, representantes da Emater e da Secretaria de Produção realizaram uma visita técnica para avaliação do andamento das atividades às comunidades Nova Vida, São Braz e na sede da Apras no início de março. Estas comunidades já começaram a produção de mel e de mudas de açaizeiro, e fazem o aproveitamento de resíduos de madeira da floresta em artesanato.
Segundo Helder Freitas, coordenador local da Emater, parcerias em projetos como estes permitem a melhoria na qualidade de vida da população rural, garantindo a sustentabilidade nas comunidades: “É importante porque traz uma perspectiva positiva, envolvendo jovens e mulheres das comunidades em uma ocupação, com esperança de melhoria na qualidade de vida e do padrão financeiro dessas famílias”, avalia.
Os resultados da primeira visita técnica aos projetos foram considerados positivos pelos produtores rurais do Assentamento. “A visita técnica mostra que essas ações são importantes para as famílias envolvidas nas comunidades. É um trabalho que está dando certo e já começou a trazer retorno”, garante Leônidas Azevedo, coordenador da Apras.
Fonte: Temple Comunicação/Stephania de Azevedo Amorim