Por: Redação / Web Amazônia
19/07/2012 às 14h37 Atualizada em 19/07/2012 às 14h37
Em cadastro realizado pela União, no ano de 1992/1993, a empresa afirmou ocupar um área de 14,4 mil metros quadrados. Mais tarde a empresa se desmembrou em 81 lotes para uso residencial, todos negociados e transferidos a terceiros.
A Justiça Federal aceitou a acusação do MPF/PA de que a empresa causou dano ambiental provocado pelo aterro irregular, causando mudanças na paisagem natural e também alterações no curso natural das águas do Rio Guamá. Cabe recurso da decisão.
Processo nº 0005686-30.2009.4.01.3900 - 9ª Vara Federal em Belém
Fonte: MPF/PA