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Mau cheiro incomoda consumidores no Belo Centro

Mau cheiro incomoda consumidores no Belo Centro

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
17/09/2012 às 09h44 Atualizada em 17/09/2012 às 09h44
 Mau cheiro incomoda consumidores no Belo Centro

A água fétida escorre para as ruas adjacentes, deixando um odor nauseante. O mau cheiro acentua também outro problema antigo e que passa despercebido por grande parte da população: a falta de fossas sanitárias na maioria das lojas do centro comercial de Santarém. 

Os estabelecimentos comerciais da área central da cidade foram construídos sem sistema de esgotamento ou fossas sépticas e, portanto, toda sujeira e água servida, além de detritos, vão parar diretamente nas águas do rio Tapajós. 

A Prefeitura de Santarém por inúmeras vezes já foi acionada para resolver este problema, porém, a leniência da atual gestão impossibilita qualquer ação que possa vir atender ao anseio da população. 

Deveria ser responsabilidade do Poder Executivo Municipal, por exemplo, zelar pela higiene pública, melhorando os ambientes e garantindo a saúde e o bem-estar da população. Os comerciantes também têm o dever de instalar fossas sanitárias em suas lojas, mas também não o fazem.

Segundo o presidente do Sindicato dos Lojistas de Santarém (Sindilojas), César Ramalheiro, as entidades que representam os empresários já enviaram inúmeros ofícios à Prefeitura pedindo providências para solucionar o problema do mau cheiro que exala das galerias do Belo Centro, porém, nenhuma resposta foi dada à classe empresarial e nem qualquer providência foi tomada por parte do governo municipal. 

César explicou que o odor vem do esgoto e invade as galerias. “Quando a obra de construção do Belo Centro foi feita retiraram as compotas que existiam da rede de esgoto, que ajudavam a evitar que o mau cheiro se espalhasse pela rua do comércio”, disse.

Sobre a falta de fossas sanitárias na maioria das lojas do centro comércio, o presidente do Sindilojas reconhece que este é um problema antigo, mas que poderia ser evitado se os comerciantes providenciassem a construção desses dispositivos em seus comércios para evitar que a água servida fosse parar diretamente nas galerias, por exemplo. A falta de fiscalização por parte da Prefeitura também contribui para o agravamento deste problema, que afeta diretamente o movimento no comércio local.
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