Em Altamira, oeste do Pará, a paralisação já foi deflagrada desde o mês passado. Lá, o hospital regional está funcionando apenas com 50% dos trabalhadores. Sem um acordo definitivo a Pró-Saúde entrou com um pedido de abusividade da greve, ação negada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região.
No hospital regional de Breves, no Marajó, os trabalhadores também vão aderir ao revezamento. O Sindicato dos Médicos do Pará (Sindmepa) informou que não há previsão de greve. Foi enviado e-mail sobre as denúncias à Assessoria de Comunicação da Pró-Saúde em São Paulo, mas não houve resposta. (Diário do Pará)