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PF investiga rede de exploração sexual infantil em Manaus

PF investiga rede de exploração sexual infantil em Manaus

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
26/11/2012 às 09h31 Atualizada em 26/11/2012 às 09h41
“Quem não deve, não teme”, afirmou o empresário. 

Às vésperas da Operação Estocolmo, ele pediu à Justiça, acesso a inquérito policial aberto pela Delegacia Especializada em Proteção e à Criança e ao Adolescente (DEPCA).
O empresário justificou sua ausência da capital amazonense, onde possui empreendimentos no ramo da educação e turismo. Por meio de nota, Ferreira disse que reside nos Estados Unidos e que há pouco mais de dois meses ganhou a segunda filha com a atual esposa. O retorno ao Brasil depende da liberação de documentos da criança e do diagnóstico de outra filha, que passa por tratamento de saúde no país.

“Chegaram até mim, há algum tempo, rumores de que havia uma investigação em curso envolvendo meu nome. Quis saber, conforme assegura a Constituição de meu País, do que poderia ser acusado. Indaguei, por meus advogados, à autoridade policial envolvida. O direito me foi negado. Recorri à Justiça, que avaliou exaustivamente essa questão, a ponto de elaborar uma Súmula Vinculante sobre o tema, e obtive guarida em meu pedido de acesso às informações do inquérito. Jamais esperei que fosse julgado e condenado, pelo simples fato de ter pedido informações sobre meu nome. Informações que aliás, até agora não obtive”, afirma.

As investigações sobre a suposta rede, que foi alvo da operação Estocolmo, correm em segredo de Justiça.
Fonte: A Crítica
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