Por: Redação / Web Amazônia
11/01/2013 às 16h28 Atualizada em 11/01/2013 às 16h28
O valor foi definido depois de uma série de reuniões que começaram em dezembro do ano passado. Inicialmente, o grupo formado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), Associação de Pais, Une (União Nacional dos Estudantes), Ubes (União Brasileira de Estudantes) e Procon (Procuradoria do Consumidor) defendia que o reajuste levasse em conta apenas a inflação, mas o Sindicato das Escolas Particulares insistiu no acréscimo de mais 2% pelo implemento.
Após duas horas de reunião, chegou-se ao acordo que ficou o aumento em 7,4%. Como boa parte das escolas realiza a matrícula antes do reajuste ser definido, pois os órgãos aguardam o fechamento do ano para definição da inflação, as escolas são autorizadas a fazer o reajuste estimado. As que ultrapassarem o valor, a diferença deve ser devolvida. As demais podem fazer o reajuste já em fevereiro. (ORM)