Por: Redação / Web Amazônia
13/11/2013 às 15h14 Atualizada em 13/11/2013 às 15h14
Erivando e seu vice, Caetano Oliveira, tiveram seus mandatos cassados por decisão do juiz eleitoral Horácio de Miranda Lobato Neto. Desde então, o prefeito lutava nos tribunais para voltar ao cargo.
Os dois foram acusados de abuso de poder e improbidade administrativa e não poderiam ser eleitos até 2020. Os autos foram encaminhados para o Ministério Público Estadual (MPE).
Um mandado de segurança, impetrado pelos advogados do prefeito Erivando Amaral e deferido pelo Juiz João Batista dos Anjos, fez valer a decisão popular.
Parte da população recebeu a notícia do retorno de Erivando à Prefeitura com festa.
Por telefone, o prefeito após ter conhecimento da decisão de sua volta pelo TRE, disse que sua volta "era questão de tempo, e que mais uma vez Deus provou que não desampara seus filhos fiéis".