“Sem polícia, isso aqui vai virar um caos e a culpa é da delegacia geral e da secretaria de Segurança Pública; talvez nem seja culpa total do governador Simão Jatene”, disse o sindicalista.
Zé lembrou do recente episódio da morte da diretora-fundadora da UGT Pará, Feliciana, cujo marido, também policial civil, foi baleado na mesma oportunidade e acabou morrendo poucos dias depois, ao intervir em um assalto ocorrido em pleno centro de Belém, há menos de um mês. “Isso gerou insatisfação. As polícias Civil e Militar comungam dos mesmos problemas e hoje à noite nós vamos nos encontrar em assembleia geral. Caso o governo do Estado não aceite mesmo dialogar com a categoria, infelizmente, o caminho é a greve”, disse Zé Francisco.
Ascom/UGT