Por: Redação / Web Amazônia
20/11/2013 às 09h01
O lavrador teria dado um tiro de espingarda calibre 36, atingindo seu colega em vários pontos do corpo com balins do cartucho, mas não o matou. A vítima disse que não tinha nada contra o réu, mas à época este ficava "valente" quando bebia. O réu disse não se lembrar de nada.
A Defesa informou que o réu nunca se envolveu com a polícia depois de incidente e que se mudou pra cidade com seus sete filhos e refez a vida passando a trabalhar como vigia, depois de passar cinco meses preso. "Ele já pagou sua pena", disse o advogado aos jurados que acabaram desclassificando o crime.
O Tribunal do Júri volta a se reunir na quinta-feira (21/11) para julgar um homicídio duplamente qualificado que teria sido cometido por Iran Pereira de Sousa, que se encontra preso acusado de matar Roberto Santos Silva, em 2011. (J. Ninos)