Queimada na Amazônia tem impacto mais severo na seca, aponta estudo
Queimada na Amazônia tem impacto mais severo na seca, aponta estudo
Por: Redação / Web Amazônia
15/04/2014 às 09h55Atualizada em 15/04/2014 às 09h55
Nova realidade
Segundo previsão do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o IPCC, o excesso de gases de efeito estufa na atmosfera, como o CO2, pode elevar a temperatura em determinados pontos da floresta, como o sul e leste amazônicos, que ficariam mais suscetíveis a incêndios e processos críticos de degradação.
Por isso, o estudo destaca também a necessidade de incluir as interações entre os eventos climáticos extremos e o fogo, “na tentativa de prever o futuro da floresta na nova realidade do clima”.
Incêndios no Brasil
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em 2013 o Brasil registrou 115.484 focos de incêndio. Pará, Mato Grosso e Maranhão registraram mais queimadas.
As razões variam desde limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos e colheita agrícola, disputas por terras e protestos sociais.
A instituição aponta que o fogo prejudica a fauna e a flora nativas, causam empobrecimento do solo e reduzem a penetração de água no subsolo, além de gerar poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação.
Denúncias de incêndios criminosos podem ser feitas ao Corpo de Bombeiros, às prefeituras, às secretarias estaduais do Meio Ambiente e ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). (G1)
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