Por: Redação / Web Amazônia
06/03/2015 às 19h49 Atualizada em 06/03/2015 às 19h49
A operadora diz que se sente orgulhosa por fazer parte da Companhia. “Eu me sinto muito valorizada dentro da Alcoa. Dentro desses cinco anos, acredito que me superei bastante, alcançando bons resultados, não só dentro da empresa, mas também na minha vida pessoal. E o que digo para as mulheres que conseguirem uma oportunidade dentro de uma grande empresa, como a Alcoa, que agarrem com todas as forças e não tenham medo de superar os desafios para ter uma carreira profissional de sucesso”, orienta.
Há três anos na Alcoa, Geliane Guimarães, 27 anos, observa que, muitas vezes, o preconceito vem das próprias mulheres e que é preciso acreditar no potencial e na capacidade que se tem.Antes de entrar na Alcoa, ela participou do Programa de Formação de Operadores (PFO). À época, disseram que ela não conseguiria esta vaga, já que o mercado era restrito a homens. “Eu não desanimei e disse para mim mesma que ia provar que o trabalho na operação também era para as mulheres. Acreditei e me empenhei em todos os processos seletivos. Hoje estou na Alcoa, trabalhando como operadora de equipamento. Agradeço a Deus e à Companhia pela oportunidade que me proporcionou como mulher jurutiense”, diz orgulhosa.
Fonte: Temple Comunicação