Taxista que atropelou e matou professora pode ter mentido à polícia
Taxista que atropelou e matou professora pode ter mentido à polícia
Por: Redação / Web Amazônia
05/06/2015 às 12h34Atualizada em 05/06/2015 às 12h34
Além disso, o carro do taxista ficou com parte de uma das laterais dianteira totalmente danificada e ele poderia ter percebido sim o atropelamento. Em depoimento, Kassio disse que não percebeu ter batido em alguém.
A reportagem do Jornal Tribuna do Tapajós descobriu que o motorista é imprudente ao volante e que usa o táxi apenas para fazer farras, andar com amigos e adolescentes menores de idade. A polícia está investigando o caso e deve solicitar a prisão dele à justiça nos próximos dias.
A advogada do taxista, Tatiana Cunha, disse que o cliente dela ficou com medo de parar por achar que seria uma simulação de assalto. Kassio foi vítima de assalto recentemente, inclusive ficou refém dos bandidos.
Morte - A professora Raildes Lopes Corrêa Fernandes, 50 anos, morreu na manhã de terça-feira (2), no Pronto Socorro Municipal (PSM). Ela não resistiu aos ferimentos graves que sofreu depois de ser atropelada pelo táxi conduzido por Kassio Jean. A professora foi atropelada quando caminhava junto com o esposo pelo calçadão do Parque da Cidade, na avenida Bartolomeu de Gusmão. O marido dela também ficou ferido, mas com pouca gravidade.
Raildes era pedagoga e lecionava na escola Caixinha do Saber.
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