Por: Redação / Web Amazônia
21/09/2015 às 14h16 Atualizada em 21/09/2015 às 14h16
Em resumo 1 – Nicolino de Castro Campos nasceu no dia 7 de maio de 1928, em Belém-PA e faleceu na madrugada de 29 de abril de 2015, aos 87 anos de idade, na Unidade de Terapia Intensiva, do Hospital Adventista de Belém, por problemas de insuficiência renal e respiratória.
Em 1974, formou-se em filosofia pela Universidade Federal do Pará. Foi professor em Belém e em diversos estabelecimentos de ensino em Santarém, inclusive, no Colégio Dom Amando, ministrando aulas de Latim, Português, Francês, História, Literatura brasileira e portuguesa. Iniciou carreira política em 1958, sendo eleito vereador à Câmara Municipal de Santarém e em 1956 foi eleito o deputado estadual mais votado no Oeste do Pará. Foi diretor do Colégio Álvaro Adolfo da Silveira, em 1964. Foi supervisor do jornal O Baixo Amazonas e diretor do Jornal de Santarém. Foi articulista do jornal O Impacto e membro do Conselho Consultivo da Rádio Rural de Santarém.
O renomado professor Nicolino Campos publicou apenas um livro, com o título Era uma vez... um sonho, no ano de 2002, pelo Instituto Cultural Boanerges Sena (ICBS). De acordo com o autor, por meio do livro conta em prosa a beleza e a pujança da natureza, o homem como gostaria que todos fôssemos, respeitadores da natureza e leais uns com os outros, e a fé num Criador, e como diria Leonardo Boff, “Este seria o passo para um tempo de transcendência”.
No dia 28 de dezembro de 2004, Nicolino de Castro Campos tomou posse como membro vitalício da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS), como titular da cadeira número 26, que tem como patrono o poeta Padre Manuel Rebouças de Albuquerque.
Em resumo 2 – Éfrem de Jesus Neves Galvão, nasceu no dia 27 de fevereiro de 1935, em Santarém e faleceu aos 81 anos de idade, no dia 09 de agosto de 2015, em Santarém, no Hospital e Maternidade Sagrada Família. Em outubro de 2004, Éfrem Galvão ao lado de mais nove personalidades, foi nomeado por decreto municipal, formando a comissão de notáveis da cultura santarena, para a fundação e instalação da Academia de Letras e Artes de Santarém (ALAS). No dia 28 de dezembro do mesmo ano tomou posse como membro vitalício da ALAS, como titular da cadeira número 33, que tem como patrono o poeta e escritor Rui Paranatinga Barata.
Profundo conhecedor da realidade do caboclo ribeirinho do oeste do Pará, do contexto político, econômico e folclórico da região e significativa visão global, produziu até 2004 seis obras, três delas estão reunidas em Amazônia: lenda e romance (2001, ICBS), contendo O Jacaré e os Milagres, A Cobra Grande e os Pecados, A Canguçu e o Eldorado. É também autor de Romanceiro Mocorongo ou a quase História de Santarém com texto parte em verso e parte em prosa; além de A Descendência de Maria Chibé (2002), e participação na coletânea de contos de autores regionais Mosaico Amazônico (2002). Publicou ainda o livro de contos intitulado Vagas Lembranças de Quase Nada (2003). Em 2005 concluiu o livro, que recebeu o título de Foi Assim..., um livro de contos/crônicas. Em 2007, publicou O Velho Caduco e a Onça Corrupta, de mesma forma literária.
Fonte: ASCOM /ALAS