28/10/2015 às 09h45Atualizada em 28/10/2015 às 09h45
“O projeto é muito bem avaliado pelos professores e pela própria Secretaria de Educação. Os alunos apresentam resultados muito positivos, com melhores notas em sala de aula e isso reflete na melhoria do desempenho no Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB). Outro ponto é o interesse pela leitura espontânea, que contribui para uma produção de melhor qualidade”, destaca Márcia Campos, coordenadora de Projetos Sociais da Alubar.
Roberto Carlos dos Anjos, técnico da Semed, ressalta que o projeto é uma referência educacional para o país. “O Catavento tem dado orgulho aos professores e alunos. O projeto traz todo um acervo de livros e a formação completa para o professor. Isso permite com que o educador realize com muita qualidade o trabalho em sala de aula”, avalia.
O professor Marinaldo Souza trabalha em duas escolas no interior de Barcarena. Está desde o início do projeto. Para ele, o Catavento foi um divisor de águas na educação do município. “Quando o aluno começa a ler, ele entra no universo da leitura e, obviamente, que todo esse processo educacional influencia na questão de produção, na forma de se comunicar e de expor ideias. A iniciativa é maravilhosa e tem contribuído de forma significativa na vida dos alunos”, acredita.
Esmeralda Nascimento, diretora da escola Piramanha, na Ilha das Onças, destaca que o projeto trouxe riqueza de conhecimento e apoio pedagógico para as escolas. “Com a chegada do Catavento, tivemos mudança na forma de ensinar o aluno. Antes era aquela pedagogia tradicional, com textos decorados. Hoje, motivamos o aluno a refletir, interpretar e a produzir com criatividade. O aluno pensa e participa”, afirma.
Fonte: Temple Comunicação
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