Segundo o vereador, as famílias dessa região, não têm condições de deslocamento até a sede do município, onde por pessoa gastam em média 150 reais, com passagem e alimentação, com a finalidade de conseguir o novo titulo de eleitor.
Junior disse que as pessoas sem condições de vir à cidade com essa finalidade, vão ter os seus direitos cassado, sem ter o direito a voto, correndo o risco de perderem benefícios como bolsa família, bolsa verde e aposentadoria.
O vereador ao apelar que seja feita a biometria nessas regiões ribeirinhas, esclarece que as pessoas que moram no interior têm dificuldades de saúde, educação, além de outras necessidades, daí a dificuldade do deslocamento a cidade e a necessidade de terem as bolsas verdes e família.
Júnior Tapajós apela ao mesmo estado que obriga a votar, que dê condições dessas pessoas fazerem o seu recadastramento biométrico e tenham direito a voto nas próximas eleições municipais de 2016.
Tapajós sugeriu a Mesa Diretora da Câmara, que encaminhe documento assinado por todos os vereadores ao Tribunal Regional Eleitoral do Pará, que será protocolado no cartório eleitoral de Santarém “e essas pessoas possam exercitar o direito do voto”, estimula Tapajós.
Com informações da Ascom/Câmara