Hospital Regional de Santarém realiza captação de órgãos?
Hospital Regional de Santarém realiza captação de órgãos?
Por: Redação / Web Amazônia
03/03/2016 às 11h08Atualizada em 03/03/2016 às 11h08
O crescimento no número de doadores ainda é lento, principalmente em função das barreiras que passam pela falta de informação, preconceito e temor. As principais causas das negativas estão relacionadas ao desconhecimento familiar sobre o desejo de doação do falecido, ao fato de os familiares desejarem manter a integridade do corpo e o receio de haver demora na liberação. A doação também pode acontecer em vida, como rins, parte do fígado e medula óssea. “É impossível termos transplantes sem que haja a doação. As captações de órgãos feitas no HRBA possibilitaram a dezenas de pessoas, que estavam na fila de espera por um transplante, obter essa nova oportunidade, que representa, em muitos casos, a continuidade da própria vida”, afirma o diretor geral do HRBA, Hebert Moreschi.
Processo de doação
Para que uma doação seja concretizada, a família do doador deve autorizar o procedimento. Por isso, é importante expressar, em vida, o desejo de doar órgãos e tecidos. A recusa familiar tem sido fator determinante para que o número de doações permaneça baixo.
A Organização à Procura de Órgãos (OPO) do HRBA tem investido na conscientização da população e na detecção mais rápida e precisa dos casos de morte encefálica - que é a parada definitiva e irreversível do cérebro e tronco cerebral, provocando em poucos minutos a falência de todo o organismo - aptos para doação.
Fonte: Ascom/HRBA
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