Prefeito de Vitória do Xingu é condenado à prisão por peculato, decide TJE
Prefeito de Vitória do Xingu é condenado à prisão por peculato, decide TJE
Por: Redação / Web Amazônia
28/06/2016 às 08h58Atualizada em 28/06/2016 às 08h58
De acordo com informações da SEMAS o objetivo da operação foi desarticular a atuação de uma suposta organização criminosa especializada em lavagem de produtos florestais que atuava em diversos Estados do Brasil. As investigações iniciaram em 2014, quando a SEMAS e a Polícia receberam denúncias do setor madeireiro que apresentavam irregularidades no que diz respeito a emissão de guias florestais, além de movimentação de créditos fraudulentos. Inicialmente as diligências tratavam o caso de forma isolada, porém, durante investigação percebeu-se que se tratava da atuação de uma organização criminosa. Os mandados de busca e apreensão, bem como os de prisões preventivas foram expedidos pelo Juízo da Vara de Combate ao Crime Organizado.
Ainda de acordo com informações da SEMAS, a ação da organização eram em diversos pontos interligados, com a criação de empresas fantasmas (sem base física) e de fachadas (realizavam atividades lícitas e ilícitas) que adquiriam de forma ilegal créditos florestais, expedindo documentos com dados falsos, ocultando a origem ilícita com intenção de “esquentar” a madeira ilegal, possibilitando a revenda do material a preços mais competitivos no mercado. A operação contou ainda com participação da Receita Federal, Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Ministério Público Federal (MPF), além da Secretaria da Fazenda (Sefa), que realizou levantamentos de informações sobre as empresas envolvidas.
Fonte: Coordenadoria de Imprensa/TJE/PA Foto: Ricardo Lima/TJPA
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