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“Siemens: deixe o Tapajós livre”

“Siemens: deixe o Tapajós livre”

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
19/07/2016 às 11h00 Atualizada em 19/07/2016 às 11h00


Nos últimos meses, ativistas do Greenpeace em vários países tentaram entrar em contato com a Siemens por email, pelas redes sociais e pessoalmente, nos escritórios da empresa. Em junho, após um protesto na Alemanha, o CEO global da marca, Joe Kaeser, chegou a conversar rapidamente com representantes do Greenpeace. A companhia, porém, ainda não assumiu um compromisso claro e público de que vai se manter distante do empreendimento planejado para o Tapajós. Nos últimos quatro dias, ativistas foram à sede da Siemens na Austrália, Áustria, Japão, Romênia, EUA e Inglaterra para reforçar a exigência.

Em abril, o Ibama suspendeu o licenciamento de São Luiz do Tapajós ao reconhecer os impactos irreversíveis que a obra causaria ao povo Munduruku. O processo, porém, não chegou ao fim: “Ainda é preciso garantir a demarcação da Terra Indígena Sawré Muybu e o cancelamento definitivo do projeto por parte do governo”, afirma Thiago Almeida, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil. “O Greenpeace está mundialmente mobilizado contra este projeto. Não vamos descansar”.

Fonte: Greenpeace
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