Por: Redação / Web Amazônia
22/08/2016 às 13h51 Atualizada em 22/08/2016 às 13h51
Fazer o que tem de ser feito e como se deve fazer não deveria ser apenas um nome de livro. Esse “ser feito” envolve o fazer correto, na quantidade e qualidade exigidas, com a fórmula determinada. Não é fazer por fazer. Chegar atrasado ou não ir traz prejuízo material e de caráter emocional, valorativo, de como se comporta uma sociedade.
E o principal: fazer pelo caminho recomendado, no tempo estipulado, sem pular etapas; se for com improviso, que não seja prejudicial à forma correta.
Enfim, assim como o combate à corrupção não cessa, mesmo sabendo que ela nunca será extinta, assim como não se deixa de tomar remédio porque a doença é incurável, todos ganharão com um combate incessante a esse vício do “tanto faz” generalizado no país.
*É Bacharel em direito