Por: Redação / Web Amazônia
27/09/2008 às 10h54 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
A empresa San'n kollor Eventos será executada pela Justiça Trabalhista do Estado do Amapá. O motivo é o atraso no pagamento das parcelas de uma ação indenizatória movida pelo fotógrafo Hamilton Matsunaga. Segundo ele, na audiência realizada em Macapá, os representantes da empresa se comprometeram em pagar, em cinco vezes, o valor devido por causa do não cumprimento dos direitos traba-lhistas do profissional, que prestou serviço à San'n Kollor, no ano de 2007, quando representava a empresa naquela cidade.
Os donos da San'n Kollor não honraram os acordos feitos com Hamilton, que decidiu cobrar na Justiça seus vencimentos. Ele ga-nhou, porém, recebeu somente uma parcela. "Eles atrasaram o pagamento e como eu sei que eles são enrolados mesmo já pedi à Justiça a execução da ação, infelizmente com esse pessoal só funciona assim", disse o fotógrafo.
A empresa deve dinheiro também para a esposa de Hamilton, que trabalhou em Macapá para a San'n Kollor, que além dessa ação traba-lhista tem contra si vários outros processos no Ministério Público e Justiça de Pequenas Causas por não honrar contratos de serviços.
A San'n Kollor é uma das empresas recordistas em reclamação também na Procuradoria do Consumidor em Santarém (Procon).
No caso de Hamilton, ele comprovou, através de documentos e testemunhas, que seus direitos trabalhistas foram lesados, sobretudo porque presta serviços para a empresa há 3 anos. Atualmente, os donos da San'n Kollor escondem-se atrás de outros nomes de empresas criadas para tentar fugir de suas responsabilidades, sobretudo cumprindo os contratos de serviços que fecha em Santarém, onde trabalha com cobertura de eventos, formaturas de universitários, principalmente.
A imagem negativa da empresa deve-se à irresponsabilidade de seus sócios, que são conhecidos como pessoas desonestas e que praticam concorrência desleal no ramo fotográfico no município, oferecendo vantagens, preços baixos, mas sem honrar os contratos firmados.
Em Macapá, uma turma do curso de Fisioterapia da Associação de Ensino do Amapá (AFEAMA) decidiu ingressar com uma ação na Justiça alegando cobrança é abusiva.
Desde 2006, quando começou a prestar serviços fotográficos em Santarém que a empresa acumula reclamações e ações no Juizado Especial. A maioria das queixas está relacionada à quebra de contrato, pois a San'n kollor não cumpre os acordos firmados. Diversos alunos de instituições de ensino superior do município já foram vítimas dos forasteiros.
Por e-mail, a ex-mulher de um dos sócios da San'n Kollor informou que foi vítima do antigo compa-nheiro, que causou um prejuízo mi-lionário em seu pai, na cidade de Santa Fé, no Paraná.
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