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Procuradores federais reafirmam defesa da prisão cautelar

Procuradores federais reafirmam defesa da prisão cautelar

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
01/11/2008 às 10h18 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Prisão cautelar e interceptação telefônica foram alguns dos nove temas abordados no 25° Encontro Nacional dos Procuradores Federais da República (ENPR). As conclusões do evento foram divulgadas ontem (31) por meio da carta de Mata de São João. A carta recebeu o nome do município baiano em que ocorre o encontro.

O evento reúne cerca de 600 membros do Ministério Público Federal (MPF) e tem o objetivo de discutir os 20 anos da Constituição de 1988 e de avaliar o papel do MPF durante esse período.

Segundo a carta, os procuradores são a favor da prisão cautelar como meio de combate à criminalidade organizada e ao crime do “colarinho branco”. As escutas telefônicas também foram reconhecidas como meios relevantes de provas para a apuração criminal eficaz.

Com relação à Constituição Federal, os procuradores a consideram o projeto de construção de uma sociedade justa, livre e solidária. E afirmaram que, mesmo depois de 20 anos da promulgação do texto constitucional ainda existem instituições que resistem à atuação do MPF.

O encontro organizado pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) vai até domingo (2).
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