Por: Redação / Web Amazônia
05/04/2007 às 17h54 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Jeep Clube do Pará chega a Santarém nesta sexta-feira depois das aventuras
na Transamazônica
Depois de quatro dias na estrada, a Expedição Transamazônica chega ao destino final, a cidade de Santarém. Em busca de aventura, um grupo de associados do Jeep Clube do Pará (JCP) partiu de Belém na terça-feira, 3, com o objetivo de realizar aquele que é um dos sonhos dos jipeiros: atravessar a Rodovia Transamazônica em veículos com tração nas quatro rodas (4x4). A Expedição que reuniu 21 carros e cerca de 40 pessoas.
Nesse período do ano, quando são intensas as chuvas na região, a Transamazônica pode ficar intransitável em alguns trechos e foi atrás dessa emoção de superar desafios que os amantes do chamado off-road partiram. O desafio desses aventureiros era passar pela rodovia, vencendo suas dificuldades de locomoção. O comboio lembra os rallys, mas, diferentemente desse tipo de esporte, a expedição é uma modalidade sem competidores. No rally, existe a competição e a rivalidade, onde cada piloto cuida de si. Na expedição, existe o companheirismo: são todos os pilotos juntos com o objetivo de vencer o terreno difícil.
Essa foi a segunda Expedição Transamazônica realizada pelo JCP. A primeira, realizada em 2005, reuniu 14 veículos e 25 participantes. Foi quando o atual presidente do JCP, Luis Otávio Rocha, teve a chance de conhecer melhor a rodovia. Para ele, assim como para os jipeiros que farão o trajeto, essa expedição terá um diferencial. "Com a proposta de pavimentação das rodovias, feita pelo governo, pode ser que essa aventura não possa ser mais experimentada e vai ficar o orgulho de dizer: eu fiz a Transamazônica quando ela não era pavimentada". Pode ser apenas mais uma promessa governamental, mas os jipeiros preferem não se arriscar.
De Belém, os carros partiram de balsa na terça-feira, dia 3, e fizeram paradas nas cidades de Tucuruí, Novo Repartimento, Altamira e Uruará, até a chegada a Santarém, onde ficam até o dia 8, quando retornam a Belém. A volta será de avião para os pilotos e de balsa para os carros.
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