Por: Redação / Web Amazônia
12/08/2009 às 16h31 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Com profundo sentimento de mágoa, a prefeita Maria do Carmo desmentiu o empresário Ivair Chaves, dono da Maicá Diesel, que acusou a gestora municipal de praticar atos ilegais em um processo licitatório do dia 18 de junho de 2009, na modalidade pregão em sua forma eletrônica de nº 001/2009-SEMPLAN, realizado pela Secretaria Municipal de Planejamento e sob a coordenação geral do Núcleo de Licitações, Contratos e Convênios, obedeceu criteriosamente as regras disciplinadas pelo Decreto Lei nº 5.450/05, bem como as leis nº 10.520/02 e 8.666/93, e demais legislações pertinentes.
Na entrevista coletiva concedida na última quarta-feira à imprensa santarena, Maria do Carmo demonstrou enorme insatisfação em afirmar que o empresário Ivair Chave, seu amigo e amigo de sua família, lançou injúria contra ela ao afirmar que a Prefeitura estaria praticando atos secretos e imorais. Ela repudiou toda e qualquer acusação de prática irregular na licitação da qual a empresa de Ivair Chaves não participou porque perdeu o prazo legal de inscrição do certame.
“Não entrei na política para enriquecer ilicitamente. Em cinco anos de governo essa é a primeira vez que sou acusada de praticar irregularidade e o mais lamentável é que a acusação partiu de uma pessoa amiga, que sempre pode contar com meu apoio e minha admiração”, disse a prefeita visivelmente magoada com a acusação feita pelo empresário que, segundo ela, perdeu os prazos para participar do processo licitatório.
“Ele comprou o edital, teve acesso ao site onde podia buscar as informações para que se inscrevesse em tempo hábil, porém, não o fez. Não foi nossa culpa a não participação dele no certame. O próprio Ivair me telefonou perguntando se eu poderia fazer alguma coisa e eu sugeri que ele buscasse na Justiça uma alternativa para reverter a situação, porque todos os meios legais foram observados para a realização do pregão”, completou.
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