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Pará, terra sem lei

Pará, terra sem lei

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
17/08/2009 às 11h43 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Onde vamos parar?

Na semana passada, o procurador do Estado, Paulo de Tarso Dias Klautau Filho foi preso em flagrante depois de ser abordado por policiais militares dirigindo seu carro completamente embriagado, na avenida Doca de Souza Franco, no centro da capital paraense. Levado para a delegacia de polícia, a autoridade desacatou e humilhou os policiais militares. Toda atitude da 'autoridade' foi filmada e exibida pela TV. O fato ganhou repercussão nacional. E o que aconteceu depois? Nada. Apenas um pedido de desculpas aos policiais e só.

Outro caso de abuso de autoridade que promete também repercutir na sociedade paraense foi praticado pelo juiz federal da 3ª Vara especializada em ações criminais, Rubens Rollo D'Oliveira, preso na praça Batista Campos, em Belém. Ele teria brigado com a esposa dele e ao ser contido por policiais teria desacatado os agentes da lei.

O juiz foi algemado e levado para a Seccional da Cremação. O magistrado foi flagrado agredindo sua esposa, que recebeu vários chutes no estômago e nas costas. Ao receber voz de prisão, o juiz teria se identificado e dito que não poderia ser preso. Ele ainda teria xingado os policiais acusando-os de abuso de autoridade.

O juiz federal Rubens Rollo D'Oliveira é conhecido no Pará devido aos processos de grande repercussão contra o crime organizado. Ele por exemplo, foi quem decretou a prisão do ex-superintendente do Ibama, Paulo Castelo Branco.
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