Por: Redação / Web Amazônia
17/08/2009 às 15h30 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Propor melhorias para a economia florestal é um dos objetivos do seminário sobre produção extrativista da borracha no Baixo Amazonas, realizado nesta segunda-feira, 17, na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR). O seminário é realizado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Florestal do Estado do Pará (Ideflor), Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), Empresa de Assistência Técnica e extensão Rural do Pará (Emater-PA) e prefeitura de Santarém. O evento encerra às 17 horas.
Segundo Antônio Silva, coordenador de extrativismo do Ideflor, atualmente no Pará, estima-se, que 48 mil famílias vivam do extrativismo, com mais de cinco milhões de hectares de ares de reservas (federal e estadual). O seminário congrega 18 municípios do Baixo Amazonas, com a intenção de discutir os desafios e perspectivas para o extrativismo da região. "É uma atividade que contribui para sobrevivência de parte expressiva da população tradicional e também para a manutenção de áreas de florestas", comenta Silva.
O Ideflor trabalha com um programa específico para o setor extrativista: o Extrativismo Vivo. "O programa promove ações para o fortalecimento da economia extrativista florestal, articulando ações e meios para a melhoria das condições sociais, econômicas e ambientais das populações extrativistas do Pará", comenta o diretor geral do Ideflor, Jorge Yared, que participa do seminário.
A produção extrativista vegetal não madeireira no país chegou a alcançar quase R$ 540 milhões, em 2008. Do total, cerca de R$ 8 milhões foram provenientes da produção látex coagulado de hévea ou seringueira nativa. A região Norte detém 99,8% da produção de látex coagulado de hévea.
Ascom - Ideflor
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