Após consulta pública feita com médicos e profissionais de saúde de todo País, foi publicada uma resolução nacional sobre as chamadas “drogas vegetais”. O objetivo é aproximar ciência e tradição e, para isso, foram definidos os melhores modos de preparo de cascas, plantas, sementes, que potencializam os fins terapêuticos destes produtos.
Outra mudança é que, a partir de agora, as empresas que comercializam as drogas vegetais terão de, a cada cinco anos, passar por testes que confirmem a segurança da utilização dos produtos – presença de microorganismos, bactérias e higiene.
A Anvisa lembra que as casas, folhas, flores e frutos são diferentes dos medicamentos fitoterápicos (remédios feitos com ingredientes naturais). Por isso, só podem ser usados para amenizar sintomas rotineiros e não para tratar doenças graves. É preciso lembrar que a avaliação do médico é primordial e os sinais de problemas não podem ser negligenciados caso persistam e incomodem muito. No site da Anvisa é possível encontrar 60 receitas com drogas vegetais.
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