16/04/2010 às 09h54Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Para ele, o ideal seria a transferência imediata da usina para outro local, que fosse distante da área urbana do município e não causasse incomodo as pessoas ou provocasse possíveis danos ao meio ambiente. Eduardo espera pelo menos que as determinações judiciais sejam cumpridas pelos responsáveis e que seja feita rigorosa fiscalização para saber se a usina seguirá o que determinou a juíza Betânia Pessoa, sobretudo quanto ao cumprimento do horário de funcionamento, já que uma das reclamações dos moradores é que a fábrica mantem sua atividade também durante a madrugada, perturbando os moradores da área.
Com o fim do embargo, espera-se pelo menos que a Prefeitura comece o trabalho de recuperação das ruas públicas que estão praticamente intrafegáveis em diversos pontos da cidade. Conforme a decisão da juíza Betânia Pessoa, a reabertura da usina é necessária para que o Poder Executivo produza o material para reparar as desgastadas vias públicas da cidade. Sendo assim, a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) não precisará utilizar barro para tapar os buracos. A usina entrou em funcionamento na quinta-feira.
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