O pedetista afirmou que, apesar de votar em Dilma Rousseff (PT), pois obedece às determinações de sua agremiação, acha que a senadora Marina Silva (PT/AC) é a candidata que representa mudança, um projeto alternativo para o País.
Mesma opinião comunga a senadora Patrícia Saboya (PDT/CE), dizendo que a postulação de Dilma não a empolga. Para o pedetista a polarização de PT e PSDB, além de deixar o eleitor sem opção, também "mata" a concepção de dois turnos em um pleito.
Segundo Cristovam, a ideia é de que, no primeiro, o eleitor vote no candidato com o qual ele se identifica e prefere. Caso a disputa necessite de um segundo turno, o cidadão escolhe aquele em que não repudia. "No primeiro você vota no mais próximo, no segundo no menos distante, então você permite o voto ideológico", disse o senador. (Diário do Nordeste)