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Juruti aprova Plano de Enfrentamento à Violência contra Crianças

Juruti aprova Plano de Enfrentamento à Violência contra Crianças

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
24/05/2010 às 13h56 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
O trabalho em parceria entre o Poder Público, empresas privadas e sociedade civil organizada de Juruti, no Oeste do Pará, gerou a aprovação do Plano Municipal de Enfrentamento à Violência Doméstica e Sexual Contra Crianças e Adolescentes do município. O evento de assinatura do compromisso foi realizado no dia 18 de Maio, no Auditório da Secretaria Municipal de Saúde, com a presença de representantes de cada categoria.

O plano, ferramenta essencial para o fortalecimento das ações do município em relação à problemática, foi elaborado durante um seminário realizado nos dias 22 e 23 de Outubro do ano passado, o qual contou com a participação de 185 pessoas da zona urbana e rural do município.

Dentre as metas estabelecidas no plano estão propostas algumas atividades tais como aumentar o conhecimento sobre a incidência de casos e implantar uma rede social especializada no atendimento de crianças, adolescentes e famílias em situação de violência doméstica e sexual. A comunicação terá o foco na ampliação de trabalhos de conscientização, para que as pessoas possam ser capazes de diagnosticar os casos. Também entre as metas está a participação permanente de crianças e adolescentes na articulação, mobilização e construção de políticas de prevenção.

A iniciativa é resultado de um amplo processo de mobilização, que teve início em 2007, quando a Childhood Brasil em parceria com instituições locais e com a Alcoa, iniciou o Projeto Tecendo a Rede. O projeto realizou o diagnóstico da rede de atenção a crianças e adolescentes, além de capacitação para 152 membros da sociedade.

Durante a apresentação do Plano de Enfrentamento, Eva Costa Silva, representante da Secretaria Municipal de Assistência Social, disse que “é hora de assumir um compromisso para que estas ações possam se concretizar”. As atividades serão monitoradas por um Comitê, formado por representantes dos Conselhos de Assistência Social, Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Tutelar.

Segundo Jaqueline Soares Magalhães, consultora da Childhood Brasil, a população está em processo de amadurecimento. “As pessoas estão mais conscientes da sua participação e o desafio atual é fazer estas ações saírem do papel”, ressalta Magalhães.

Assessoria de Comunicação da Alcoa Mina de Juruti
Bruno Oliveira e
Gabriela Assayag
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