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Cuidado com o lixo ganha destaque na indústria

Cuidado com o lixo ganha destaque na indústria

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
08/06/2010 às 15h47 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
O desafio de implantar um empreendimento de grande porte na Amazônia foi superado. Em Setembro de 2009, foi inaugurada a Mina de Bauxita de Juruti, no Oeste do Pará, em meio a uma série de demandas ambientais, sociais e econômicas. Já em operação, hoje o empreendimento lida com o desafio de gerenciar cerca de 170 toneladas de resíduos gerados mensalmente dentro das instalações.

A meta estabelecida também é desafiadora: reciclar e reutilizar 70% desses resíduos. A solução foi a criação de uma estrutura especial para tratar e destinar todo o resíduo produzido pela Mina de Juruti. A Alcoa estruturou uma Área de Disposição de Resíduos (ADR), com capacidade que permite o pleno gerenciamento dos resíduos e o reaproveitamento de 100% do material orgânico gerado nas suas instalações.

A ADR foi inaugurada em Setembro de 2007 e até hoje gera resultados positivos. Até o mês de Março, 88% do material recebido foi reciclado, reutilizado ou compostado.

De acordo com o Engenheiro de Controle Ambiental, João Henrique Borges Duarte, os cuidados com o lixo começam pelos coletores distribuídos nas diversas áreas da mina. “Os coletores têm colorações diferentes conforme Resolução CONAMA 275/01 que ajudam a segregação dos materiais para iniciar, desde esse momento, a separação. Assim fica mais fácil dar a destinação correta e reciclar cada tipo de resíduo”, explica o engenheiro que é responsável pela ADR.

A área é dividida em um depósito de resíduos recicláveis, um depósito de resíduos perigosos e uma usina de triagem e compostagem. Resíduos orgânicos passam por um processo de compostagem acelerada para gerar adubo, que é utilizado no Viveiro de Mudas do empreendimento e em trabalhos de reflorestamento executados em Juruti.

Materiais plásticos, de metal ou de papel passam pelo sistema de prensagem e são comercializados para uma empresa de Belém. “Apenas materiais não recicláveis – como equipamentos usados, copos usados, papel sujo ou molhado – são enviados para o aterro industrial para resíduos classe II (resíduos não perigosos), área impermeabilizada especificamente projetada para essa finalidade, que temos na ADR. A prensagem desses resíduos é fundamental para aumentar a vida útil do aterro.” explica João Henrique.

Assessoria de Comunicação da Alcoa Mina de Juruti
Bruno Oliveira – 91 8100-8795
Gabriela Assayag – 8100-8783
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