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Semab recece assentados

Semab recece assentados

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
30/07/2007 às 18h18 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Uma gestão participativa onde todos tenham a oportunidade de saber em que e como esta sendo aplicado o dinheiro público. Este foi o modelo de administração escolhido pela prefeita Maria do Carmo e que esta sendo seguido rigorosamente pelo seu secretariado. Em uma reunião realizada hoje pela manhã no gabinete do secretario Osmando Figueiredo titular da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento ele mostrou que divide da mesma opinião da prefeita; que é importante sim que a população saiba, de forma clara, como as ações do poder público estão sendo desenvolvidas.

Vários assuntos foram abordados durante a reunião, mas o principal foi a atual situação de ramais em assentamentos. O problema, que tem gerado uma série de atritos entre o governo federal, através do INCRA e assentados, estendeu as discussões agora ao poder municipal. Os lideres dessas comunidades querem saber o que esta sendo feito para melhorar a situação dos ramais localizados nesses assentamentos.

Atualmente os comunitários enfrentam problemas sérios de trafegabilidade devido às conseqüências deixadas pelo período chuvoso. A erosão em muitos trechos impede a passagem de veículos o que impetra o escoamento da produção até a zona urbana da cidade. A SEMAB não tem medido esforços para dentro da competência do poder público municipal resolver, ou ao menos amenizar, o problema.

CONVÊNIO: Em 26 de abril de 2006 um convênio foi firmado entre poder público municipal e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. O principal objetivo foi a execução de obras de infra-estrutura destinadas a construção e implementação de 46 quilômetros de ramais no assentamento Renascer (Corta- Corda ) e 36 quilômetros no assentamento Moju I e II. As ações ficariam sob coordenação da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento e seriam executadas por uma construtora contratada através de licitação. A construtora foi contratada, os serviços iniciados e paralisados diversas vezes devido o período chuvoso que dificultava a execução dos trabalhos. Segundo o convênio as obras deveriam ser entregues em 05 de maio, mas precisou ser prorrogada para 04 de julho.

O mês encerrou, mas as obras, que deveriam ter sido concluídas, continuam estagnadas e a construtora responsável não deu uma explicação aceitável para o fato. O resultado foi mais indignação dos comunitários e a insatisfação do secretario Osmando Figueiredo.
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