Por: Redação / Web Amazônia
19/10/2010 às 16h05 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Terminou há pouco o júri que condenou Nivaldo Nascimento Castro, 40 anos, peixeiro, réu foragido que matou há 21 anos (23.09.1989), num bar que era localizado no bairro de Santana, o pedreiro Sidney Miguel Pereira de Matos, à época com 37 anos, com uma facada. Os jurados acataram a tese do Ministério Público (Dr. Rodrigo Aquino) que pediu a condenação por Homicídio Qualificado e o juiz Gérson Marra Gomes aplicou a pena de 18 anos de reclusão em regime fechado.
Os dois bebiam no referido bar, quando Sidney tirou uma brincadeira com alguém do recinto e o réu acreditou que fosse com ele e não gostou, dando-lhe um empurrão. Sidney reagiu com outro empurrão, e, segundo as testemunhas que depuseram em plenário, Nivaldo sacou de uma faca e esfaqueou Sidney, que morreu em seguida. Nivaldo ameaçou o dono do bar antes de fugir, mas acabou sendo preso em flagrante pela PM, só que dois meses depois conseguiu fugir da cadeia local, que à época funcionava na delegacia de polícia, quando esta funcionava ao lado da Casa de Cultura. A pena ao réu só iniciará seu cumprimento quando este for capturado e preso.
O próximo júri da 10ª Vara Penal será na quinta-feira (21/10), quando voltará ao plenário o caso do assassinato do professor Vicente Miranda, que teria sido morto pelo sargento da PM Carlos Alberto Batista de Oliveira, em 1993. Este júri deveria ter ocorrido no mês passado, mas foi adiado por causa da falta de uma testemunha de defesa não encontrada.
João Georgios Ninos I Analista Judiciário e Jornalista
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