Por: Redação / Web Amazônia
05/03/2007 às 16h52 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
A direção da Multinacional CARGILL divulgou uma nota no final da ultima semana sobre a situação da empresa após o pedido de fiscalização feito pelo Ministério Público Federal.
O pedido do Ministério Público Federal foi feito ao IBAMA que aguarda a chegada de técnicos de Brasília para fazerem a fiscalização nas dependências da empresa.
Uma cópia do documento foi entregue ao deputado estadual Alexandre Von que visitou a empresa no final da semana acompanhado dos vereadores Erasmo Maia, Henderson Pinto e Otávio Macedo.
Diz o documento, que a sentença assinada pelo Desembargador Federal Aloísio Palmeira Lima, que a CARGILL não tem como se esquivar de cumprir o que determina a decisão da Justiça Federal de Santarém que obriga o Estudo de Impacto Ambiental EIA-RIMA.
Tudo começou com o Ministério Público de Santarém que entrou com uma Ação Civil Pública para impedir a construção do terminal.
Nessa ação o Ministério Público solicitou ao Juiz que concedesse uma liminar que proíba imediatamente o prosseguimento das obras.
O documento diz ainda, que a empresa se defendeu contra a liminar por meio de um recurso chamado Agravo de Instrumento que teria que ser decidido em Brasília.
Nesse recurso a CARGILL pediu ao Tribunal Federal de Recursos à suspensão dos efeitos a liminar. Com o pedido concedido foi possível a construção do terminal.
O Deputado Estadual Alexandre Von, prometeu levar o assunto hoje a Tribuna da Assembléia Legislativa do Estado e passar uma cópia do documento aos deputados que formam a bancada da região Oeste do Estado.
Durante entrevista a reportagem do Jornal da Guarany, o deputado fez questão de enfatizar sobre a importância da CARGILL para a região.
A equipe técnica do IBAMA de Brasília que fará a vistoria no porto graneleiro da CARGILL, em Santarém, deverá chegar hoje (05) à tarde ou amanhã (06) ao município.
O trabalho será feito em parceria com os fiscais do IBAMA de Santarém para atender ao pedido do Ministério Público Federal que solicitou a suspensão das atividades do porto.
Em seu pedido, o Ministério Público Federal alega que o porto graneleiro funciona de maneira irregular, porque a empresa não apresentou o estudo de impacto ambiental antes da obra.
Rádio e Tv Guarany
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