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Mineração paraense mostra força em evento nacional

Mineração paraense mostra força em evento nacional

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
24/09/2007 às 12h25 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
Quatrocentas empresas ligadas á mineração brasileira estarão presentes na Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) 2007, que acontece em Belo Horizonte, de 24 a 27 de setembro. E o Pará marcará presença com representantes de peso no evento.

Com números que o consolidam o Estado paraense como o segundo maior produtor mineral do país, com 22% da produção nacional, atrás apenas de Minas Gerais que detém 44%, o Pará já é o número um quando assunto é bauxita e cobre. “A expectativa é que o setor cresça nos próximos anos, principalmente devido à forte demanda de minérios no mercado internacional. Isso também se dará com o níquel, que a partir de 2008 deve ter a produção triplicada no Brasil inteiro”, comenta Paulo Camillo Penna, presidente do Instituto de Mineração (IBRAM).

E as empresas que atuam na região e que aqui mantém grandes projetos, como a Vale do Rio Doce e a Alcoa, participarão da exposição e simultaneamente da abertura do 12º Congresso Brasileiro de Mineração. A governadora Ana Júlia Carepa também se fará presente na abertura nos eventos bianuais realizados pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Das empresas participantes, 100 delas são estrangeiras, provenientes de 10 países, como Canadá e Estados Unidos. A previsão é que pelo menos 40 mil pessoas visitem os estandes da exposição, que é o segundo maior evento mundial do setor.

NÚMEROS – O Pará produziu, em 2006, 17,8 milhões de toneladas de bauxita, 85% de tudo o que foi extraído em todo o Brasil, resultado que se deve à Mineração Rio do Norte, no complexo minero-industrial de Porto Trombetas em Oriximiná. Mas os números devem aumentar, com a instalação dos projetos de extração da matéria-prima do alumínio da Bauxita Paragominas, da Vale, e da mina da Alcoa em Juruti.
O Brasil também deve alcançar a auto-suficiência de cobre com o projeto Salobo, da Vale do Rio Doce, em Marabá. O Pará é responsável por 76% da produção do cobra brasileiro.
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