Por: Redação / Web Amazônia
23/10/2007 às 10h46 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
"A situação da leishmaniose no Pará é preocupante, mas não se trata deepidemia". É o que assegura o médico Walter Amoras, diretor doDepartamento de Controle de Endemias da Secretaria de Estado de SaúdePública (Sespa).
Ele informou que, em 2005, foram notificados 4.400casos de leishmaniose tegumentar, 3.844, em 2006, e 2.321 casos dejaneiro a agosto de 2007. Quanto à visceral, foram notificados 478 casosem 2005, 475, em 2006 e 117 este ano.
Com os dados epidemiológicos nas mãos, Amoras disse que o Estado vive,no entanto, uma situação de alerta em Saúde Pública em relação àleishmaniose, uma vez que a doença se apresenta em duas formas, ou seja,a tegumentar e a visceral.
Daí a necessidade de as SecretariasMunicipais de Saúde manterem esforços no que tange às ações deprevenção, diagnóstico precoce e tratamento eficaz nos dois casos.
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