Por: Redação / Web Amazônia
26/04/2011 às 19h14 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
O projeto será desenvolvido na região indicada pelo zoneamento ecológico econômico como propícia à produção de palma, palmeira que tem como fruto o dendê. A região abrange, entre outros municípios, Moju, Tailândia, Acará e Concórdia do Pará.
"Nós vamos envolver a comunidade de agricultores familiares e fechar contratos de longo prazo, que vão promover a transferência de tecnologia e a geração de renda para as comunidades desses agricultores", explicou Ivo Fouto.
"A maior parte desse óleo vai virar biodiesel para alimentar fornos e outros empreendimentos da Vale no Estado", informou o diretor.
Porto - A comitiva da Vale também foi acompanhada pelo coordenador de Planejamento Portuário da empresa, Edmundo Ferraz, e o engenheiro portuário Rogério Basílio. Edmundo Ferraz explicou ao governador a situação da empresa em relação ao Porto do Espadarte, planejado há alguns anos para o município de Curuçá, na região nordeste.
Ferraz informou que a Vale adquiriu as terras na região e está em fase de avaliação fundiária e ambiental, para definir se há problemas com as áreas da Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande, que fica no mesmo município.
"Se os levantamentos ambientais e fundiários não indicarem nenhum problema, em julho ou agosto começam os estudos de viabilidade econômica do porto. Caso seja viável, vamos adiante. Caso não seja possível, não haverá projeto", afirmou Ferraz.
Elielton Amador - Secom