A pintura indígena nos corpos dos visitantes é a última atração da exposição “Amazônia Brasil” em Nova York, que foi aberta no dia 22 de Abril e segue até o dia 13 de Julho. No mês de Maio, os visitantes do evento estão voltando para casa com os corpos marcados pela arte indígena inspirada nas culturas Marajoara e Caiapó. A artista plástica belenense Alcinda Saphira é a responsável pela oficina de arte ornamental amazônica que ocorre dentro da exposição na cidade americana.
A artista Alcinda Saphira nasceu em Belém e começou sua formação artística na Escola de Belas Artes Federal da Bahia. Por anos, Alcinda viajou de cidade em cidade, buscando nas técnicas amazônicas inspiração para as cores, formas, texturas e temas das suas obras. Hoje, possui um estúdio em Nova York que, por cerca de 10 anos, tem sido referência artística e importante local para a promoção da arte brasileira.
Para Scannavino Netto, diretor da exposição, o conceito de toda a programação é expressar a voz dos brasileiros que vivem na Amazônia, apresentando a região, sua diversidade, potenciais, contradições e a vida nas comunidades locais. “Nosso objetivo é mostrar essa visão realista e atual do local e sensibilizar os visitantes para as questões da Amazônia e meio ambiente”.
A “Amazônia Brasil” em Nova York é organizada pelo Projeto Saúde e Alegria (PSA), e pelo Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), e conta com patrocínio da Alcoa e Alcoa Foundation.