Por: Redação / Web Amazônia
24/05/2008 às 11h04 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
O delegado da Polícia Federal, Olavo Pimentel, reuniu a imprensa na última terça-feira, para falar sobre o inquérito que apura crime de contravenção pela exploração de jogos de azar através de máquinas de caça-níqueis em Santarém. Cerca de 80 pessoas entre comerciantes e fornecedores dos equipamentos poderão ser indiciados pela PF.
A polícia efetuou, somente na última operação, 140 máquinas, que estavam sendo usadas em diversos pontos da cidade. Os comerciantes foram notificados e chamados à sede da PF para prestar esclarecimentos. Foi a partir de informações fornecidas por alguns comerciantes que os federais chegaram aos nomes dos principais fornecedores das máquinas caça-níqueis no município.
Alguns nomes citados não foi nenhuma surpresa para a polícia, que em 2006 concluiu o primeiro inquérito e encaminhou para o Ministério Público. No inquérito concluído em 2006, um nome surge como o principal responsável pela exploração de jogos de azar, através de máquinas de caça-níqueis: Celso Rattes.
Ele é apontado pelos federais como um dos maiores fornecedores desses equipamentos para os comerciantes santarenos e também pela distribuição das máquinas na região Oeste do Pará. O empresário é acusado de contrabando, exploração de jogos de azar e sonegação de imposto.
Além dele, outros dois nomes também constam no inquérito que investiga essa prática criminosa.
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