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MRN comemora 29 anos em Oriximiná

MRN comemora 29 anos em Oriximiná

Redação / Web Amazônia
Por: Redação / Web Amazônia
28/07/2008 às 14h20 Atualizada em 08/05/2011 às 22h16
A Mineração Rio do Norte comemora este ano, no mês de agosto, 29 anos de atuação no município de Oriximiná, no Oeste do Pará. Cerca de seis mil pessoas vivem e trabalham em Porto Trombetas, complexo urbano-industrial da empresa.

A MRN é a maior produtora de bauxita do país, minério do qual se extrai o alumínio. Em geral, a produção da empresa é toda destinada aos próprios acionistas. São eles: Companhia Vale do Rio Doce - CVRD (40%), BHPBilliton Metais (14,8%), Alcan Participações (12%), Companhia Brasileira de Alumínio - CBA (10%), Alcoa Alumínio (8,58%), Norsk Hydro (5%), Alcoa World Alumina (5%) e Abalco (4,62%).

Além disso, a empresa possui uma forte atuação na área de responsabilidade social na região Oeste do Pará, onde está inserida. Por iniciativa própria, investe em projetos sociais, baseados em quatro pilares: saúde, educação, desenvolvimento sustentável e meio ambiente. Atualmente, a MRN está presente em várias ações que estão diretamente relacionados aos oito objetivos do milênio, estabelecidos em 2000 pela ONU (Organização das Nações Unidas).

História - A história da empresa teve início com a descoberta pela Alcan, em 1967, das primeiras ocorrências de bauxita. Naquele mesmo ano, em 05 de junho, foi constituída a Mineração Rio do Norte para lavrar, beneficiar e comercializar a bauxita da principal jazida denominada Saracá.

As atividades operacionais só começaram em 1979, com capacidade para produção de 3,35 milhões de toneladas e vendas garantidas aos seus próprios acionistas por meio de contratos de longo prazo.

O primeiro navio carregado com minério partiu com destino ao Canadá, no dia 13 de agosto de 1979. A capacidade inicial de produção cresceu ao longo nos anos, em função do aumento da demanda de mercado e da ótima aceitação da bauxita produzida pela MRN pelas refinarias de todo o mundo.

Entre 2001 e 2003, a empresa investiu US$ 223 milhões em um grande projeto de expansão. Com isso, a capacidade instalada de produção saltou de 11 milhões para 16,3 milhões de toneladas de minério nesse período e, no ano passado, já atingiu a cada das 17,8 milhões de toneladas produzidas.
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