São Luiz do Tapajós: uma tragédia para a biodiversidade
São Luiz do Tapajós: uma tragédia para a biodiversidade
Por: Marcos Santos
04/07/2016 às 13h28Atualizada em 04/07/2016 às 13h32
A Siemens, por exemplo, é uma empresa multinacional que vende ao mundo a imagem de “verde” e “ambientalmente responsável”, mas participou da tragédia de Belo Monte, fornecendo turbinas ao empreendimento. Mas talvez o mais curioso é que esta mesma empresa produz turbinas eólicas. Então porque não avançar pelo caminho certo?
O futuro está na energia eólica e solar, não em barragens que destroem comunidades, animais selvagens e a floresta. E a Siemens pode mostrar isso a seus consumidores e ao governo brasileiro, negando-se publicamente a participar do projeto de São Luiz do Tapajós.
Afinal, de que lado a empresa quer estar: do lado da eficiência energética, da biodiversidade, dos povos indígenas e do povo brasileiro, que pede por mudanças; ou do lado onde apenas o dinheiro fala mais alto?
Fonte: Greanpeace
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